NOEL ROSA Poeta da Vila e do Povo

NOEL ROSA
Os documentários do Festival de Cuba

Além de ‘Noel Rosa = Poeta da Vila e do Povo’, outros 37 documentários de outros 15 países, estarão sendo exibidos na Sección Informativa Documental do 34º Festival del Nuevo Cine Latinoamericano de Cuba, de 4 a 14 de dezembro. Dez deles são brasileiros.
São eles:
Antillas Holandesas
For a life without obesity – Por una vida sin obesidad /Richard Visser

Argentina

El etnógrafo /Ulises Rosell
El rascacielos latino /Sebastián Schindel
Familias por igual /Rodolfo Eduardo Moro
Nicaragua… el sueño de una generación /Santiago Nacif Cabrera, Roberto Sebastián Persano
Putos peronistas, cumbia del sentimiento /Rodolfo Cesatti
Santa Lucía /Andrea Schellemberg

Brasil
A cidade – La ciudad /Liliana Sulzbach
Alexina, memórias de um exílio – Alexina, memórias de un exilio /Cláudio Bezerra
As hiper mulheres – Las hipermujeres /Takumã Kuikuro, Carlos Fausto, Leonardo Sette Beco /Bruno Jorge
Cego Aderaldo – O cantador e o mito – Cego Aderaldo – El cantor y el mito /Rosemberg Cariry
Futuro do pretérito: Tropicalismo Now! – Futuro del pretérito: Tropicalismo ahora! /Francisco Cesar Filho, Ninho Morais
João da Mata falado – João da Mata hablado /Ana Stela Almeida Cunha
Noel Rosa, poeta da vila e do povo – Noel Rosa, poeta de la villa y del pueblo /Dacio Malta
O dia que durou 21 anos – El día que duró 21 años /Camilo Tavares
Piove, il film di Pio – Piove, el filme de Pío /Thiago Mendonça
Uma visita para Elizabeth Teixeira – Una visita a Elizabeth Teixeira /Susanna Lira

Chile
Amplificando el descontento /Arlén Sebastián Pérez Torres
El cajón /Verónica Qüense Méndez
El salvavidas /Maite Alberdi Soto
La primavera de Chile /Cristián del Campo Cárcamo
Santo Tomás, entre la iglesia y los pacos /Juan Orlando Carreño Acuña

Colombia, Bolivia, Estados Unidos
Cerro rico, tierra rica /Juan Vallejo

Cuba
Mujeres… de sol y de luna /Lizette Vila Espina
Ser un ser humano – Cultura /Jean Jean Leon
Ser un ser humano – Sustento /Cláudia Alves

Estados Unidos
Por siempre Libertad /Rubén Lavernia

México
Canícula /José Álvarez Fernández
Flor en Otomí /Luisa Riley
No hay lugar lejano /Michelle Ibaven

México, Guatemala
Lecciones para una guerra /Juan Manuel Sepúlveda

Perú, España

Perú sabe – La cocina, arma social /Jesús María Santos

Puerto Rico
Caribbean Carnivals: Santiago de Cuba – Carnaval del Caribe: Santiago de Cuba /Kacho López Mari
Pugna de industria – Gestión cinematográfica en Puerto Rico /Joyce Aileen González Pérez, Luis López Salgado

Suecia, Finlandia
Colombianos /Tora Martens

Venezuela
CELAC, un sonido para el mundo /Jordi Abusada
Dulcita /Nelson Romero Barreat
Los sueños de José Castillo /Andrés Rodríguez, Luis Alejandro Rodríguez
Yo, indocumentada /Andrea Baranenko

Noel no Festival de Havana

A primeira apresentação de “Noel Rosa – Poeta da Vila e do Povo” tem já sua primeira apresentação marcada para o 34º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano que acontecerá em Havana de 4 a 14 de dezembro.
O documentário será exibido no sábado, dia 8, às 15 horas, na sala 3 do Multicine Infanta, em Havana Vieja.

A grandiosidade do Festival de Cuba

O jornal cubano ‘Granma’, do dia 21 deste mes, publica uma entrevista com Alfredo Guevara, fundador e presidente do Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, que esta em sua 34a. edição.
A entrevista é assinada por Mireya Castañeda:
* * *

“O 34o. Festival está dedicado por inteiro aos jovens, as próprias seções provam isso, há uma maré de cineastas jovens que rejuvenesceram o Novo Cinema Latino-Americano, e é nossa inspiração, abrir todas as janelas e as portas a essa explosão de jovens que há por toda a América Latina”.
A afirmação foi feita pelo fundador e presidente do Festival, Alfredo Guevara, em entrevista coletiva, prévia ao início do grande encontro (4-14 dezembro), realizada na sala Taganana, do Hotel Nacional, sua sede tradicional, e num breve contato posterior.
Guevara comentou como “passam e passam os anos e já estamos no 34o Festival, que teve a particularidade, com certeza inspirado e apoiado pela revolução cubana, de ser ininterrupto”. E apontou que agora “há dezenas de festivais por toda a América Latina, o que achamos maravilhoso, sem concorrência, é a chance de o cinema latino-americano encontrar os caminhos alternativos, de ser divulgado e chegar a nossos povos, porque ainda as salas costumam estar ocupadas por outro tipo de cinema”.
Na América Latina e em Cuba se está fazendo muito cinema, por parte de muitos jovens. Alguns filmes decididamente são bons, outros não, mas é preciso lutar por sermos justos. A América Latina está fazendo um esforço enorme pelo avanço do cinema, o que pode produzir senão é otimismo?, perguntou.
Precisou que para este Festival apresentaram-se 1.548 filmes de diversos países e formatos e foram escolhidos 566, de 46 países. Já o escritório de imprensa, que há vários anos dirige Marta Díaz, entregou uma informação detalhada de tudo o previsto.
Para o Concurso de Longas-metragens foram aceitos 21 filmes: Argentina (4), Brasil (3), Chile (3), Coreia do Sul (1), Cuba (3), Equador (1), Estados Unidos (1), México (3) e Uruguai (2).
Embora toda seleção seja injusta, destacamos as argentinas Días de pesca/ Carlos Sorín e Elefante Branco /Pablo Trapero; a brasileira Hoje /Tata Amaral; as chilenas Violeta foi para o céu /Andrés Wood e Não /Pablo Larraín; as mexicanas Post tenebras lux /Carlos Reygadas (Prêmio ao Melhor Diretor no Festival de Cannes 2012) e Depois de Lúcia /Michel Franco (a proposta mexicana aos Óscar e Goya) e a uruguaia 3 /Pablo Stoll Ward.
Outros 21 filmes estarão concorrendo, na categoria de Obras Primas: Argentina (4), Brasil (4), Chile (3), Colômbia (3), Cuba (2), México (3), Peru (1) e Venezuela (1).
Em ficção há que somar 20 médias metragens e curtas-metragens e três filmes fora de concurso, devidas a mestres do Novo Cinema Latino-Americano: os argentinos Fernando
Birri (El Fausto criollo) e Eliseo Subiela (Paisajes devorados) e o mexicano Arturo Ripstein (As razões do coração).
A seguinte competição com maior número de títulos é a de Roteiros Inéditos, com 29, a de Desenhos Animados com 27, seguida pelo Documentário com 23 e Cartazes, 21.
Para esta edição, as homenagens foram dedicadas, em primeiro lugar, ao centenário do cinema de Porto Rico, mostrando assim, mais uma vez — disse Guevara — “nosso espírito profundamente martiano, pois José Martí apontou, mais de uma vez, que toda sua obra se inspira na independência de Cuba e Porto Rico”. Haverá uma grande Retrospectiva (42 filmes) e é esperada a presença do diretor Jacobo Morales (E Deus os criou…).
Homenagens, também ao centenário do italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), ao francês Cris Marker (1921-2012) e ao tcheco Jan Svankmajer, de 78 anos, “mestres
incontestáveis nas quatro categorias que governam toda a história do cinema — a ficção, o documentário, a animação e o cinema experimental —, e ao japonês Kenji Misumi com seus Espadachins, donzelas e fantasmas. São variadas as Seções fora de concurso deste enorme encontro cinematográfico anual, que faz com que sejam mais de 500 títulos, alguns deles: Panorama Latino-Americano (31 filmes), A hora do curta (36), Informativa documental (41), Feito em Cuba (57), Vanguardas (19), Cinema fantástico e de horror na América Latina (18) e Panorama Internacional (12).
Sempre muito esperadas são as mostras de cinema alemão (10 filmes), italiano (4), espanhol (13), canadense (10) e polonês (6) mais a recente inclusão De Hollywood
a Havana, a Academia apresenta… já com o anúncio de Contra o tempo (Duncan Jones), As crianças estão bem (Lisa Cholodenko), Mães e filhas (Rodrigo García) e As crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guarda-roupas (Andrew Adamson).
Após a coletiva, Alfredo Guevara aceitou outra rodada de perguntas, e uma delas foi acerca do conceito do Novo Cinema Latino-Americano: “Eu chamo novo cinema aos jovens, ao atual. Já daquela geração fundacional, alguns permanecem porque continuam fazendo cinema e cinema válido, existem; outros passaram à história ou não passaram”. O Novo Cinema Latino-Americano é a geração que está agora fazendo cinema, por isso ouso
falar dele. Continuará sendo novo porque fomos aceitando as novas gerações, não lhes fechamos o caminho, são eles os donos do Novo Cinema Latino-Americano. Os que
participamos de Viña del Mar, ideamos e impulsionamos este movimento, temos que aceitar que somos o passado, do qual sinto orgulho, mas o caminho é o presente e o
futuro”.
Começa agora o árduo trabalho de selecionar, mas seguindo ao mexicano Reygadas e sua preferência pelos latinismos, não restaria mais que dizer carpe diem, (desfrutemos o presente)”.

Noel Rosa vai para o Festival de Havana

“Noel Rosa – Poeta da Vila e do Povo” foi selecionado para ser apresentado no Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano que acontecerá em Havana, de 4 a 14 de dezembro.
O Governo de Cuba mantém uma importante escola de Cinema (EICTV), em San Antonio de los Baños, o que dá maior importância ao festival, que esse ano apresentará a sua
34ª edição.
O filme irá participar da Sección Informativa Documental.
O 1º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana foi realizado em 1979, e reuniu mais de 600 cineastas da América Latina. Os presidentes dos jurados foram Gabriel García Márquez (Ficção) e Santiago Álvarez (Documentários e Desenhos Animados).
Os vencedores do Gran Premio Coral foram o brasileiro Geraldo Sarno com “Coronel Delmiro Gouveia”e o cubano Sergio Giral com “Maluala”, na categoria ficção; o chileno Patricio Guzmán, “La batalla de Chile: la lucha de un pueblo sin armas”, em Documentários; e o cubano Juan Padrón, com “Elpidio Valdés”, na categoria Animação.

Próximo festival agora será Salvador

   “Noel Rosa – Poeta da Vila e do Povo” foi exibido sábado passado, em São Paulo, na Mostra Brasil do 4º Festival Internacional de Documentário Musical, realizado no Cine Olido.
A receptividade com o documentário foi tamanha que os organizadores decidiram levar o filme também para Salvador, onde será realizada uma segunda etapa do festival de 14 a 21 de junho.

Noel será exibido hoje em São Paulo

Noel em São Paulo em junho

    

O documentário “Noel Rosa – Poeta da Vila e do Povo” foi selecionado para mais um festival.
Dessa vez foi o In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, que será realizado em São Paulo de 1º a 10 de junho.
Exclusivamente dedicado ao gênero do documentário musical, o In-Edit Brasil é um evento cinematográfico que tem como objetivo fomentar a produção e a difusão de filmes documentários que tenham a música como elemento integrador.
Nas três edições anteriores 14 mil espectadores assistiram a 83 documentários, sendo 22 com a presença dos diretores.

Mais um prêmio em Petrópolis

“Noel Rosa – Poeta do Povo e da Vila” conquistou mais um troféu.
No II Festival de Cinema de Petrópolis ele ganhou o Prêmio de Melhor Som Direto – trabalho realizado por Jonas Louzada, com a mixagem de Bernardo Adeotado e a finalização de JP Fonseca.
Há duas semanas, o documentário venceu na mesma categoria no Festival de Maracanaú, no Ceará.

Noel no Festival de Petrópolis

“Noel Rosa – Poeta da Vila e do Povo” foi selecionado para o 2º Festival Nacional de Cinema de Petrópolis.
O documentário concorrerá com outros oito filmes: “Dia de Petro”, de Marcos Felipe, Daniel Mattos e Marcial Renato; “Espiral”, de Paulo Pons; “Mãe e Filha”, de Petrus Cariry; “Os Residentes”, de Tiago Mata Machado; “Requien para Laura Martin”, de Luiz Rangel e Paulo Duarte”; “Riscado”, de Gustavo Pizzi; “Malditos Cartunistas”, de Daniel Garcia e Daniel Paiva: e “Soldados a Caminho do Puteiro, Memórias de uma guerra quase imaginária”, de Hermes Leal. Com exceção dos dois últimos, também documentários, os demais são filmes de ficção.
Todos concorrerão a troféus e certificados de: Melhor Montagem, Melhor Fotografia, Melhor Som Direto; Melhor Musica, Melhor Figurino, Melhor Cenografia, Melhor Roteiro, Melhor Direção e Melhor Continuidade.
Os de ficção concorrem ainda aos prêmios de Melhor Ator e Melhor Atriz.
“Noel Rosa – Poeta do Povo e da Vila”, já premiado em diversos festivais no Brasil, e participante das mostras de Paris e do Japão, será exibido dia 7 de novembro, segunda-feira, às 15h45m, no Centro de Cultura Raul de Leoni.
No dia seguinte, dia 8, terça-feira, a exibição será no Theatro D.Pedro, às 16h45m, no Centro de Petrópolis.
Foram inscritos 157 obras de 13 estados e mais o Distrito Federal.
A pré-seleção foi feita pela atriz e coreógrafa Rosa Guerra Peixe, pela jornalista Isabela Lisboa, pela artista plástica Claudia Ribeiro, pela diretora da Cult Vídeo Lu Maia e por alunos de Comunicação e Publicidade da Faculdade Estácio de Sá, sob a coordenação da professora Bia Galvão.

A primeira noite do documentário em Tokyo

Quem tiver 17’36” e quiser assistir a repercussão da primeira noite do documentário sobre Noel Rosa, no EuroSpace, de Tokyo, basta acessar esse link.
http://www.youtube.com/user/susantistas
Pena que só exista a tradução do português para japonês e não vice-versa.
A segunda tarde foi ainda mais animada.
Quem postou no YouTube foi a cantora japonesa Sueli Gushi, sambista de Kawasaki.