NOEL ROSA Poeta da Vila e do Povo

NOEL ROSA
Noel, o único a receber uma crítica do ‘Granma’
Mais de 1500 filmes foram inscritos no 34º Festival del Nuevo Cine Latinoamericano de Cuba, que se realizou em Havana, no período de 4 a 14 de dezembro de 2012.
Desse,  40 filmes concorriam a algum premio, já que foram realizados no ano do festival. Os demais fizeram parte de diversas mostras, sem premio, como foi o caso de “Noel Rosa Rosa – Poeta da Vila e do Povo“, que foi exibido dentro da seção Documental.
O ‘Granma” – órgão oficial do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba – publicou uma cobertura diária sobre o festival, enfocando principalmente entrevistas com os principais diretores que foram a Havana, além das notícias rotineiras de instalação, premiação e festas paralelas.
O único dos 1.500 filmes a receber uma crítica do “Granma”, foi “Noel Rosa – Poeta da Vila e do Povo”, assinada pelo crítico Pedro de La Hoz. Ela ocupa meia página do diário do dia 13 de dezembro, véspera do encerramento do festival.
O título é “Noel Rosa, o homem que revolucionou o samba – Trouxe Dacio Malta ao Festival de Havana a imagem e a voz de um cantor que ninguém deveria desconhecer”.
No texto ele diz que “estamos falando de um homem que rompeu os compartimentos estanques entre o samba de morro e o samba de asfalto, que usou a paródia, a sátira, a ironia e a autoreflexão, e que teve suficiente amplitude para olhar e trabalhar com outros compositores, sendo capaz de escrever tremendas canções de amor e de desamor, e as mais incisivas cronicas filosóficas e mundanas”.
Mais adiante, De La Hoz afirma que “Malta levou a cabo uma exaustiva reconstrução da obra de Rosa” e conclui:
- Não ha sambista que se respeite que deixe de interpretar, em algum momento, uma canção de Rosa,  inclusive cantores de outros estilos.

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